15/10/2010

O exterminador de aposentadorias.

I'II BE BACK   
Ipea defende elevação da idade mínima para a aposentadoria  (Folha de São Paulo 14/10/2010) Justifica  a coordenadora do instituto: " É bom, é importante não só para a questão fiscal, como para o próprio indivíduo não sair do mercado de trabalho"
Destaca a coordenadora, países que estão aumentando a idade mínima para a aposentadoria de 60 para 62 anos, lembrando o Japão que passou de 60 para 65 anos.
A história é a mesma, défict da previdência, envelhecimento da população etc... observem que a tábua de mortalidade, divulgada pelo IBGE), calcula a expectativa de vida do brasileiro em 72,8 anos. Vamos supor que elevem a idade para 70 anos, assim, estatisticamente teríamos 2,8 anos para torrar a dinheirama que a previdência nos pagaria. ( Em estatística se você estiver com a cabeça no forno e os pés na geladeira a média é boa!)
Essa discussão coincide com a tese da "desaposentação" , que segundo técnicos do governo traria custo anual expressivo, o que implicaria na revisão do fator previdenciário e da tendência de um número maior de trabalhadores aposentando com o tempo mínimo, fato este, relacionado à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de outubro de 2006, que considerou inconstitucional a lei que determinava que seria extinto o contrato de trabalho da pessoa que se aposentava.
Falando em desaposentação, é crescente o número de aposentadorias mesmo com fator previdenciário comendo significativamente o benefício; Os trabalhadores estão preferindo a aposentadoria precoce e com a renda obtida, investindo vantajosamente para incrementar uma renda futura. Os advogados previdenciaristas  agradecem.
Parece um bom tema realizar um estudo financeiro sobre as vantagens ou não de se aposentar mais cedo.
                                              " COME SOON"    neste blog

Um comentário:

  1. Maria do Carmo Franco Alves OAB/SP. 82165 - advogada especializada em INSS15 de out de 2010 10:04:00

    Troca de aposentadoria/troca de benefícios/ desaposentação/ desaposentadoria/desconstituição de ato jurídico: - várias são as denominações para um só tema, que vem despertando o interesse dos aposentados, além de ser o assunto do momento nos Tribunais.
    Já se sabe que o INSS não reconhece a “desaposentadoria”, então, o melhor caminho só pode ser o Judiciário, que aliás, tem nos mostrado, através de seus julgados, que crescem as chances para o reconhecimento desse direito e assim se constituir uma nova modalidade de benefício previdenciário.
    Em resumo, o aposentado renuncia/desiste da sua aposentadoria atual e pede novo calculo que inclua as contribuições pagas após a concessão do benefício, que em regra, traz resultado muito mais vantajoso.

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