25/11/2013

Reforma da Previdência em 2019

Fabio Giambiagi, chefe do Departamento de Risco de Mercado do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, emitiu opinião que a reforma da Previdência deverá ser realizada em 2019.
Defende uma reforma que envolva uma política de transição que consistiria em quanto mais tempo de trabalho e contribuição, mais próximo estaria da regra atual.

Para Giambiagi a  receita para a reforma  é que o governo efetivamente discuta e promova uma mudança nas regras da previdência, ele diz que são necessários alguns atributos, como o diagnóstico da situação, a convicção necessária, o dispêndio de energia para a aprovação e uma capacidade de persuasão e de articulação política. "Espero que, durante a campanha, não se criem vetos a algumas dessas medidas para o futuro", acrescentou.Para se ter uma idéia do que pensa Giambiagi, veja o resumo do artigo Previdência Social e Salário Mínimo: O que se Pode Fazer, Respeitando a Restrição Orçamentária


RESUMO Este artigo discute as relações entre a previdência social e o salário mínimo no Brasil. Mostra-se que o aumento real do salário mínimo em 1995 explica parte substancial do salto dos gastos do INSS depois do Plano Real. Pesquisas recentes têm
indicado que o mesmo episódio é associado à queda na pobreza observada durante o período pós-estabilização. Com base em considerações sociais, argumentamos em favor de: a) um salário mínimo específico para os trabalhadores da ativa; e b) reajustes diferenciados para os aposentados, com os menores níveis de benefícios recebendo os
maiores reajustes. Essas seriam as formas mais adequadas de cumprir simultaneamente três objetivos: a) viabilizar o aumento dos salários baixos, desvinculando-os do piso previdenciário; b) melhorar a situação social brasileira, através de uma política redistributiva em favor dos menores níveis de benefícios de aposentadoria; e c) conservar a austeridade fiscal de 1999/2000 como pilar da estabilização.




Aposentadoria do INSS: Idade mínima e o Fator 85/95

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