04/12/2014

Previdência Social estuda alteração nas pensões


Alteração nas pensões pagas INSS

A pensão por morte, conforme especulações, poderá voltar a pagar 50% do benefício e cada filho menor de 21 anos, teria direito a 10%, até o limite de 100% por família.

Quando completasse 21 anos, a parte paga ao filho não retornaria à viúva ou viúvo como é feito hoje.



Outros ajustes:

  • Criação de uma carência (tempo mínimo de contribuição
  • Tempo mínimo de união do casal
  • Pagamento da pensão por até 05 anos quando tratar-se de viúvo ou viúva jovem
  • Comprovação de dependência econômica em relação ao segurado falecido

Estima-se que essas medidas gerariam em 15 anos uma economia de anual de 25 bilhões de reais e essas medidas não valeriam para quem já recebe  a pensão.

E o setor público?

No total o déficit do INSS, servidores e militares geraram R$ 446 bilhões de reais em 2013 (1,1% do PIB), mais que o dobro do gasto com a saúde, educação e assistência social somados.

Déficit por regime:

  • Servidores públicos:  R$ 40 bilhões com 670 mil beneficiados
  • Previdência dos militares: 22 bilhões com 270 mil beneficiados
  • Regime Geral da Previdência social: R$ 50 bilhões com 24 milhões de aposentados

Lembrando  Thomas Piketty,  O CAPITAL no século XXI,  esses dados dão significância à concentração e desigualdade social, quando comparamos com o programa mantido pela União, o Bolsa Família, que repassou 24,5 bilhões para  cerca de 15 milhões de famílias de baixa renda.


Alteração nas pensões INSS




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